sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
domingo, 18 de janeiro de 2009
domingo, 4 de janeiro de 2009
ela sou eu, ela és tu
disseram-me algumas palavras sem sentido, frases feitas, palavras incoerentes ditas sem principio meio e fim.
ela tem algumas coisas que eu gostava de ter, nao sei o que, mas acredito que sim... ela conhece-me como eu a conheço...? ela é uma fantasia, uma alucinação, um escoamente de cores no cerebro... um derrame do arco-íris...
ela tem algumas coisas que eu gostava de ter, nao sei o que, mas acredito que sim... ela conhece-me como eu a conheço...? ela é uma fantasia, uma alucinação, um escoamente de cores no cerebro... um derrame do arco-íris...
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
everything you need
tudo o que eu preciso. é saber que nao precisas de nada, mesmo quando as coisas se completam mesmo sem se tocarem. ou sem se conhecerem... mesmo que nao exista nada que seja real...mesmo que sejas uma fantasia. mesmo que sejas tu para mim quem eu nunca fui para ti.
nao tentes mais desfazer a minha figura nas sombras dos teus braços.
a minha voz no silencio das tuas palavras...
...
as pessoas amontoam-se na vida umas das outras sem se aperceberem ao certo quem são e o que fazem..ou porque fazem..
nao tentes mais desfazer a minha figura nas sombras dos teus braços.
a minha voz no silencio das tuas palavras...
...
as pessoas amontoam-se na vida umas das outras sem se aperceberem ao certo quem são e o que fazem..ou porque fazem..
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
entre as linhas
entre as linhas das frases estao as palavras mais procuradas pelos sábios...
os sentimentos nascem como vampiros num mar de sangue por beber, a sede aumenta com a idade.. parece verdade.. parece ilusão, para quem nao tem coração...
o pior é que o vicio corrói a alma e destrói os sentidos... caminhamos de noite perdidos pelo escuro, procurando e achando em cada saida de cada espaço aberto em fumo branco, dissolvo-me na multidão imaginando que nao sou eu que aqui estou. que estou contigo para lá deste mundo destes mortais...
estamos fartos de novelas, fartos de novelos, fartos de bacanais... irritam-se uns aos outros para se apunhalarem... e amanha??e amanha?? morremos e depois?? ahhhhhhh estúpidos...
sabes... eu nao... conta-me
gosto. de sentir a envolvencia da pele e o aroma... sinto-me.. estas a sentir-me...
os sentimentos nascem como vampiros num mar de sangue por beber, a sede aumenta com a idade.. parece verdade.. parece ilusão, para quem nao tem coração...
o pior é que o vicio corrói a alma e destrói os sentidos... caminhamos de noite perdidos pelo escuro, procurando e achando em cada saida de cada espaço aberto em fumo branco, dissolvo-me na multidão imaginando que nao sou eu que aqui estou. que estou contigo para lá deste mundo destes mortais...
estamos fartos de novelas, fartos de novelos, fartos de bacanais... irritam-se uns aos outros para se apunhalarem... e amanha??e amanha?? morremos e depois?? ahhhhhhh estúpidos...
sabes... eu nao... conta-me
gosto. de sentir a envolvencia da pele e o aroma... sinto-me.. estas a sentir-me...
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
e o tempo nao parou...
65 anos.
1943 - 2008.
8 de Dezembro de 1943, nasceu o homem, o poeta, o cantor, o deus do rock... a alma que sabia muito e que pretendia saber mais e que poderia ter aprendido tudo quanto quisesse preferiu viver rapido e morrer depressa... a vida que levou, uns seguem de exemplo... porque foi e é.. e o seu desejo acima de tudo e qualquer outra coisa realizou-se. ficou para sempre marcado como ele mesmo foi. o grande, o magnifico e apaixonante, amado e odiado Jim Morrison.
nao darei os parabens, pois nao faz sentido para mim e para ele também nao faria. desejo-lhe apenas uma coisa. e que esteja ele onde estiver. e eu sei que está. eu vou estar lá, um dia com ele. vivo ou morto. o decisor final... a hora que nao chega e o tempo que nao pára.
o deus do rock... sempre para sempre.
nenhuma homenagem será suficiente grande, para apaziguar a dor de o ter perdido no entanto, se aqui estivesses hoje nao serias o que és agora. o fim o teu único amigo... deu-te tudo e tirou-te tudo. foste um homem previligiado.
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1943 - 2008.
8 de Dezembro de 1943, nasceu o homem, o poeta, o cantor, o deus do rock... a alma que sabia muito e que pretendia saber mais e que poderia ter aprendido tudo quanto quisesse preferiu viver rapido e morrer depressa... a vida que levou, uns seguem de exemplo... porque foi e é.. e o seu desejo acima de tudo e qualquer outra coisa realizou-se. ficou para sempre marcado como ele mesmo foi. o grande, o magnifico e apaixonante, amado e odiado Jim Morrison.
nao darei os parabens, pois nao faz sentido para mim e para ele também nao faria. desejo-lhe apenas uma coisa. e que esteja ele onde estiver. e eu sei que está. eu vou estar lá, um dia com ele. vivo ou morto. o decisor final... a hora que nao chega e o tempo que nao pára.
o deus do rock... sempre para sempre.
nenhuma homenagem será suficiente grande, para apaziguar a dor de o ter perdido no entanto, se aqui estivesses hoje nao serias o que és agora. o fim o teu único amigo... deu-te tudo e tirou-te tudo. foste um homem previligiado.
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segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
we could be so good together
bem.. se eu pudesse explicar, ou falar de sentimentos, eu faria isso mesmo, dedicaria-me a isso mesmo.
ha coisa mais interessa que a procura de sensações, de novidades de toques, ou olhares... quando estamos aqui juntos, parece tudo um universo paralelo. e as paredes cinzentas reflectem a alma cansada e desajeitada. amaldiçoada, queria eu saber como escrever... queria eu saber encontrar as palavras certas queria eu nao ser eu...
preciso de um tempo comigo, livrar-me de ti, livrar-me de mim... é um pouco mais dificil quando nao se tem nada, ou quando se acha que se tem pouco, lamento-me porque sei que erro, sei que falho, ou lamento-me porque sei que nao fiz nada que pudesses achar aquilo que eu acho... é estranho quando as mãos sentem mais que qualquer outro orgão, no entanto nao deixa de ser bom.. é uma espécie de sentimentos com vida própria como se nos sentissemos guiados por um deus de sabedoria estranha, talvez um hermafrodita...
e sabemos que nada disso é real, mas desejamos, ou desejo sempre mais e mais, e mais que qualquer outra coisa aqui e agora..!
a parte mais complicada vem agora quando as procuras se esgotam e as ofertas se reduzem...
eu sinto-me presa, sufocada com o meu proprio corpo e a minha alma parece querer ganhar vida própria e escapar-se do meu corpo, e eu sei que nada posso fazer, limito.me a permanecer sentada a ve-la ir...
podemos escrever um livro sempre com as mesmas palavras... sempre com a mesma autoria. ou sempre com o mesmo propósito. mas nunca com as mesmas sensações, sentimentos mutáveis, destruidos ou destruidores, crescentes ou decrescentes, malignos ou benignos, afinal sao apenas sentimentos, e hoje ninguem lhe dá muita importancia, nao condeno, sou apenas mais uma. igual, erradamente igual, que procura esquecer que as coisas estao mal para se agarrar na esperança que vão ficar bem.
mais uma vez sais-te de dentro e voltas-te para fora onde está frio. e o aroma doce também foi.. e agora precisamos de um pouco mais de sangue, eu preciso um pouco mais de ti, a necessidade assusta-me. o medo consome as vontades... e as vontades consumidas pelo medo diminuem ate já nao existirem...
sinto-me uma estranha comigo mesma. quem me dera puder voltar atrás no tempo. quem me dera nunca ter deixado tu entrares na minha alma e ver por dentro do meu corpo. conheces-me melhor do que eu em conheço, eu de ti nada sei, limito-me a observar-te a vaguear pelos pensamentos, meus e dois outros...
por mais que acredite, ou queira acreditar que não, o fim esta proximo. vamos gravá-lo na pele.
o fim é apenas mais um, é sempre como um calafrio ,quando uma vela se apaga com uma rajada de vento frio.. o fim... de mim. é apenas os principio de ti.
ha coisa mais interessa que a procura de sensações, de novidades de toques, ou olhares... quando estamos aqui juntos, parece tudo um universo paralelo. e as paredes cinzentas reflectem a alma cansada e desajeitada. amaldiçoada, queria eu saber como escrever... queria eu saber encontrar as palavras certas queria eu nao ser eu...
preciso de um tempo comigo, livrar-me de ti, livrar-me de mim... é um pouco mais dificil quando nao se tem nada, ou quando se acha que se tem pouco, lamento-me porque sei que erro, sei que falho, ou lamento-me porque sei que nao fiz nada que pudesses achar aquilo que eu acho... é estranho quando as mãos sentem mais que qualquer outro orgão, no entanto nao deixa de ser bom.. é uma espécie de sentimentos com vida própria como se nos sentissemos guiados por um deus de sabedoria estranha, talvez um hermafrodita...
e sabemos que nada disso é real, mas desejamos, ou desejo sempre mais e mais, e mais que qualquer outra coisa aqui e agora..!
a parte mais complicada vem agora quando as procuras se esgotam e as ofertas se reduzem...
eu sinto-me presa, sufocada com o meu proprio corpo e a minha alma parece querer ganhar vida própria e escapar-se do meu corpo, e eu sei que nada posso fazer, limito.me a permanecer sentada a ve-la ir...
podemos escrever um livro sempre com as mesmas palavras... sempre com a mesma autoria. ou sempre com o mesmo propósito. mas nunca com as mesmas sensações, sentimentos mutáveis, destruidos ou destruidores, crescentes ou decrescentes, malignos ou benignos, afinal sao apenas sentimentos, e hoje ninguem lhe dá muita importancia, nao condeno, sou apenas mais uma. igual, erradamente igual, que procura esquecer que as coisas estao mal para se agarrar na esperança que vão ficar bem.
mais uma vez sais-te de dentro e voltas-te para fora onde está frio. e o aroma doce também foi.. e agora precisamos de um pouco mais de sangue, eu preciso um pouco mais de ti, a necessidade assusta-me. o medo consome as vontades... e as vontades consumidas pelo medo diminuem ate já nao existirem...
sinto-me uma estranha comigo mesma. quem me dera puder voltar atrás no tempo. quem me dera nunca ter deixado tu entrares na minha alma e ver por dentro do meu corpo. conheces-me melhor do que eu em conheço, eu de ti nada sei, limito-me a observar-te a vaguear pelos pensamentos, meus e dois outros...
por mais que acredite, ou queira acreditar que não, o fim esta proximo. vamos gravá-lo na pele.
o fim é apenas mais um, é sempre como um calafrio ,quando uma vela se apaga com uma rajada de vento frio.. o fim... de mim. é apenas os principio de ti.
sábado, 29 de novembro de 2008
This place is everything
o frio corta a alma aprisonada em corpos pequenos demais para o sustenso de um ser, os olhares cruzados e os desejos aprisionados... somos nós senhores de nós mesmos...?!
quero apenas viver hoje como se nao houvesse amanha. é dificil, nao saber o que pensar. é dificil pensar...
as estradas encurrala-se lá fora e as pessoas maltratam-se, estamos numa selva gutural de classe média. odeio o modo de vida dos humanos... sao sempre tao previsiveis, tao vulneráveis. tao iguais. a raça humana.... ama-os
porque eles sou eu, e eu sou eles. um animal em visas de extinção
quero apenas viver hoje como se nao houvesse amanha. é dificil, nao saber o que pensar. é dificil pensar...
as estradas encurrala-se lá fora e as pessoas maltratam-se, estamos numa selva gutural de classe média. odeio o modo de vida dos humanos... sao sempre tao previsiveis, tao vulneráveis. tao iguais. a raça humana.... ama-os
porque eles sou eu, e eu sou eles. um animal em visas de extinção
domingo, 23 de novembro de 2008
saudades
sentir falta... ou sentir saudades serão realmente dois sinónimos ou duas coisas diferentes...
nao me interessa sentir falta de alguem. mas é algo que se acustuma ao teu jeito, á tua maneira de viver, de estar de olhar e sorrir. mesmo que te veja todos os dias... dia após dia. sinto-te algumas vezes..
a distancia é minima mas os entraves por vezes sao maximo... dentro de paredes somos o que nao sabemos ser... e eu sinto-me envolvida por uma ligeira brisa que paira do teu doce aroma e a escrita romantica tanto que me enjoa... tanto que me aborrece. e eu nao te amo.. e eu nao te amo. digo-o varias vezes para mim e várias vezes para mim e mais vezes para mim nao para o negar nao para me fazer acreditar..
apenas quero-te mais uma vez, nao sei porque... se acabar acaba. é triste mas assim sou eu.
acho que gosto de ti.
nao me interessa sentir falta de alguem. mas é algo que se acustuma ao teu jeito, á tua maneira de viver, de estar de olhar e sorrir. mesmo que te veja todos os dias... dia após dia. sinto-te algumas vezes..
a distancia é minima mas os entraves por vezes sao maximo... dentro de paredes somos o que nao sabemos ser... e eu sinto-me envolvida por uma ligeira brisa que paira do teu doce aroma e a escrita romantica tanto que me enjoa... tanto que me aborrece. e eu nao te amo.. e eu nao te amo. digo-o varias vezes para mim e várias vezes para mim e mais vezes para mim nao para o negar nao para me fazer acreditar..
apenas quero-te mais uma vez, nao sei porque... se acabar acaba. é triste mas assim sou eu.
acho que gosto de ti.
domingo, 16 de novembro de 2008
Predisposições
ha quem diga que as predisposições sao aptidões adquiridas ao longo da vida, ao longo dos sentimentos... os sentimentos remexidos adquiridos, mutados, sentimentos ou nao, sao emoções esquecidas perdidas nas memórias doentes que nos atormentam. serei menos sentimentalista se nao conhecer o significado da palavra amar na conjunção de cada principio ou apenas na junção de um ou dois sentimentos que mostre apenas por mostrar... se digo que amo é porque realmente amo mesmo sem saber o que é amar.
e eu amo viver e eu amo morrer.
e eu amo viver e eu amo morrer.
sábado, 15 de novembro de 2008
diz-me que solidão a essa...
os olhos vendados.
as maos presas.. como animais enjaulados numa atmosfera viciada... é dificil respirar quando nao tens pulmões..
é dificil falar quando se é mudo, dificil escutar quando se é surdo mais dificil de se ver quando se é cego. eu nao sou nenhum deles mas partilho com vós a situação do presente... os carros nas estradas.. as luzes da cidade.. o movimento vertiginoso da cidade. a grande cidade.. a capital da fome e da pobreza....
ricos sao os pobres, que nada teem nada perdem. vivem sem medo, nao podem perder nada pois nada teem que lhe cause dores.. as maiores dores na vida quais sao... ja fizeram essa pergunta a cada um de vós. o que vos causa as maiores dores...
se eu me perguntasse o que me causa a maior dor. provavelmente responderia, estar viva. a vida custa mais que a morte, quando morres a dor desaparece. o teu corpo também mas tu podes viver para sempre reencarnar, ilustrar, apenas existir no pensamento ou nas memórias.. todos queremos viver para sempre.. mas sem a vida eterna isso seria demasiado extasiante demasiado cansativo... a vida foi feita para se viver , por quem nao sabemos, nem sabemos porque vivemos.. vivemos como se tivessemos um manual de instruções ou um a fazer.. cada um de nós tem um fazer... quando as tarefas se misturam se confundem entram as guerras pela televisão a dentro... queimem as televisões. queimem os perdões.. nao perdõem nao magõem.. nao chorem nem sorriem, viva no lumiar dos extremos. procurando encontrar em todas as coisas palpáveis, visiveis ou nao o outro lado das coisas. o que se pode ver para alem do que se está a ver...
do outro lado da porta a poeira acumula-se... a porta enferruja e cada dia custa mais a abrir. nao percam mais tempo. começem a limpar a vossa porta agora.
que amanha ja nao existam mais palavras nem sentimentos para que nos possamos magoar. nem sorrisos... nem olhares.a manha seremos todos cegos. e livres.
as maos presas.. como animais enjaulados numa atmosfera viciada... é dificil respirar quando nao tens pulmões..
é dificil falar quando se é mudo, dificil escutar quando se é surdo mais dificil de se ver quando se é cego. eu nao sou nenhum deles mas partilho com vós a situação do presente... os carros nas estradas.. as luzes da cidade.. o movimento vertiginoso da cidade. a grande cidade.. a capital da fome e da pobreza....
ricos sao os pobres, que nada teem nada perdem. vivem sem medo, nao podem perder nada pois nada teem que lhe cause dores.. as maiores dores na vida quais sao... ja fizeram essa pergunta a cada um de vós. o que vos causa as maiores dores...
se eu me perguntasse o que me causa a maior dor. provavelmente responderia, estar viva. a vida custa mais que a morte, quando morres a dor desaparece. o teu corpo também mas tu podes viver para sempre reencarnar, ilustrar, apenas existir no pensamento ou nas memórias.. todos queremos viver para sempre.. mas sem a vida eterna isso seria demasiado extasiante demasiado cansativo... a vida foi feita para se viver , por quem nao sabemos, nem sabemos porque vivemos.. vivemos como se tivessemos um manual de instruções ou um a fazer.. cada um de nós tem um fazer... quando as tarefas se misturam se confundem entram as guerras pela televisão a dentro... queimem as televisões. queimem os perdões.. nao perdõem nao magõem.. nao chorem nem sorriem, viva no lumiar dos extremos. procurando encontrar em todas as coisas palpáveis, visiveis ou nao o outro lado das coisas. o que se pode ver para alem do que se está a ver...
do outro lado da porta a poeira acumula-se... a porta enferruja e cada dia custa mais a abrir. nao percam mais tempo. começem a limpar a vossa porta agora.
que amanha ja nao existam mais palavras nem sentimentos para que nos possamos magoar. nem sorrisos... nem olhares.a manha seremos todos cegos. e livres.
well show me
agora que nos encontra-mos.
agora que nos ama-mos
agora que nos perdemos
agora que nos achamos.
os beijos. as mãos. a pele e os olhos.
a forma de beijar é relativa
a excitação que depositas no momento também...
nao demonstro. encolho as emoções ate desaprecerem... como o medo.
liberto-me em mim dentro de mim. cá fora nao sei quem sou, nao me conheço. nao nos conheço. nao sei porque continuamos aqui.. esperando. passando o tempo, e a vida.
limitando-nos a existir, como dois seres que vivem aqui por obrigação como se soubessemos que nao é aqui o nosso lugar...
nao nos ama-mos
nao nos odiamos.
desejamo-nos
desejamos perder-nos. de formas diferentes..
ambos esperamos o mesmo.
esperamo-la.
procuramo-la...
agora que nos ama-mos
agora que nos perdemos
agora que nos achamos.
os beijos. as mãos. a pele e os olhos.
a forma de beijar é relativa
a excitação que depositas no momento também...
nao demonstro. encolho as emoções ate desaprecerem... como o medo.
liberto-me em mim dentro de mim. cá fora nao sei quem sou, nao me conheço. nao nos conheço. nao sei porque continuamos aqui.. esperando. passando o tempo, e a vida.
limitando-nos a existir, como dois seres que vivem aqui por obrigação como se soubessemos que nao é aqui o nosso lugar...
nao nos ama-mos
nao nos odiamos.
desejamo-nos
desejamos perder-nos. de formas diferentes..
ambos esperamos o mesmo.
esperamo-la.
procuramo-la...
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
sem titulo
hoje encontrei um papel que voava ao vento... podia te-lo deixado passar.. mas apanhei-o do chão. retirei-lhe o essencial, a essencia, a mensagem...passei a mensagem á minha volta.. o papel que podia ser apenas um rasgo uma descarga um consciencia nula... troquei breves impressões com a parte de fora dos meus sentimentos, em relação que foi, ao que será ao que poderia vir a ser... resolvi rasgar fora o papel... poderá ser um gesto grosseiro.. poderá ser uma descarga da consciencia aprisionada sempre no meso corpo... mas nao. era uma mensagem para mim, vinda nao sei de onde, escrita nao sei porque quem, que me encontrou... querendo ou nao ela estava lá e eu também.. destino.. nao acredito. fantasiando sonhei e fantasiando escrevo. porque viver a vida assim.. pesada e grosseira trivial como os dias... prefiro sempre pensar que amanha nao tenho tempo. dizer que gosto dizer que nao dizer que sim... dizer que existo hoje... amanha nao sei... esta tudo escrito no livro... as páginas rasgadas voaram pelo vento. umas rasgadas outras inteiras... á procura de serem encontradas e lidas pela consciencia de um estranho, ate um cego poderá ler todas as frases do meu livro sem capa, livro sem titulo... livro sem escritor... livro sem amor... livro sem pudor..
troquei o dito pelo nao dito e ficou tudo por dizer...
se amanha já cá nao estiver anseiem pelos dias de vento. eles trazem a liberdade dos dias. e os papeis perdidos nas avenidas, nos becos, nas cidades e nos campos...
troquei o dito pelo nao dito e ficou tudo por dizer...
se amanha já cá nao estiver anseiem pelos dias de vento. eles trazem a liberdade dos dias. e os papeis perdidos nas avenidas, nos becos, nas cidades e nos campos...
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
(....)
ainda dizem que a solidão assusta..
uns conseguem sentir a excitação do tédio, outros nao..!
a viagem que agora começou... o trajecto estreita... as pernas caminham como autonomas. levadas pela consciencia de um estranho...!
as maos enlaçadas na vegetação densa que se esconde... a procura de sensações na escolha de opções.
a mesma moeda... as duas faces. a minha e a tua.. viradas para a lua mentirosa...
os lobos uivam na montanham, as bruxas descem as colinas á procura de sangue fresco...
a mistura dos sentidos a nova procura de sensações... queremos sempre mais, sempre mais, nunca ha um termo, nunca nos mostramos satisfeitos... estaremos nos sem saber saberemos nos sem querer... a ilusão permanente, a distração dos sentidos... esquecemo-nos que temos o que temos e havemos de ter o que adquirimos...
faça mais um belo jantar de mulheres. sombras e corpos despidos á luz de uma vela morta.
uns conseguem sentir a excitação do tédio, outros nao..!
a viagem que agora começou... o trajecto estreita... as pernas caminham como autonomas. levadas pela consciencia de um estranho...!
as maos enlaçadas na vegetação densa que se esconde... a procura de sensações na escolha de opções.
a mesma moeda... as duas faces. a minha e a tua.. viradas para a lua mentirosa...
os lobos uivam na montanham, as bruxas descem as colinas á procura de sangue fresco...
a mistura dos sentidos a nova procura de sensações... queremos sempre mais, sempre mais, nunca ha um termo, nunca nos mostramos satisfeitos... estaremos nos sem saber saberemos nos sem querer... a ilusão permanente, a distração dos sentidos... esquecemo-nos que temos o que temos e havemos de ter o que adquirimos...
faça mais um belo jantar de mulheres. sombras e corpos despidos á luz de uma vela morta.
sábado, 8 de novembro de 2008
she dance...
A água desce por entra as planicies...
os corpos que se encontram e se perdem nas montanhas. uma casa na serra...!!
uma lareira perdida e a luz das estrelas ilumina a sala que nua parece enorme...
e nós enroscados no calor dos corpos procuramos a eterna solidão de um só corpo.
os corpos que se encontram e se perdem nas montanhas. uma casa na serra...!!
uma lareira perdida e a luz das estrelas ilumina a sala que nua parece enorme...
e nós enroscados no calor dos corpos procuramos a eterna solidão de um só corpo.
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
senta-te e observa
estou sentada
estou a olhar...
continuo a olhar mas nao vejo nada...
estou fria, mas nao tenho frio...
as asas que tinha transformaram-se em garras. agora aqui odeio-me a mim a ti e a todos os que se tentem aproximar de mim.
suporto o ar...
exprimento nao respirar.
deixem-me...
esqueço-me.e
esqueçam-me.
amo-me
amem-se.
adeus
estou a olhar...
continuo a olhar mas nao vejo nada...
estou fria, mas nao tenho frio...
as asas que tinha transformaram-se em garras. agora aqui odeio-me a mim a ti e a todos os que se tentem aproximar de mim.
suporto o ar...
exprimento nao respirar.
deixem-me...
esqueço-me.e
esqueçam-me.
amo-me
amem-se.
adeus
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Human Fly
entra comigo nesta viagem..
nao nos conhecemos, encontramo-nos casualmente por aí, numa rua fria daquelas em que o outono tem vergonha de passar.. onde o inverno parece preso numa bolha atmosférica.. onde tudo cheira a terra molhada e remexida...
onde os jornais voam e se misturam com os caixotes vazios que servem de cama para pessoas como nós...
onde a elite da nossa sociedade nao passa, onde os ricos nao pisam.. foi aí que te conheci... estavas de costas... vi o teu sorriso mesmo de costas antes de o ver ja o conhecia, parecia-me realmente familiar...
toquei-te ao de leve no omro olhas.te para mim como se me fosses transformar em alguma coisa nao humana... sorris.te entao por fim vi, e ficamos assim.. sentamo-nos no chão..o cheiro a frio e a chuva continuava a pairar no ar...anoiteceu, a cidade tornou-se preversa... as tuas mãos procuraram-me... encontramo-nos alí... eu sorri e fui embora.. ficas-te lá.. quando lá voltei ja havias partido á muito para parte incerta... ainda vejo o teu sorriso. e oiço o silencio das tuas sábias palavras... os teus olhos pretos ainda brilham na minha memória... e as mãos agora frias e vazias... o toque.. e se me perguntasses se tenho saudades. dizer-te-ia que nao!
a saudade diminui... faz desaparecer a pessoa e o sentimento incha ate se tornar uma doença...
nao tenho saudades.. relembro apenas...
nao nos conhecemos, encontramo-nos casualmente por aí, numa rua fria daquelas em que o outono tem vergonha de passar.. onde o inverno parece preso numa bolha atmosférica.. onde tudo cheira a terra molhada e remexida...
onde os jornais voam e se misturam com os caixotes vazios que servem de cama para pessoas como nós...
onde a elite da nossa sociedade nao passa, onde os ricos nao pisam.. foi aí que te conheci... estavas de costas... vi o teu sorriso mesmo de costas antes de o ver ja o conhecia, parecia-me realmente familiar...
toquei-te ao de leve no omro olhas.te para mim como se me fosses transformar em alguma coisa nao humana... sorris.te entao por fim vi, e ficamos assim.. sentamo-nos no chão..o cheiro a frio e a chuva continuava a pairar no ar...anoiteceu, a cidade tornou-se preversa... as tuas mãos procuraram-me... encontramo-nos alí... eu sorri e fui embora.. ficas-te lá.. quando lá voltei ja havias partido á muito para parte incerta... ainda vejo o teu sorriso. e oiço o silencio das tuas sábias palavras... os teus olhos pretos ainda brilham na minha memória... e as mãos agora frias e vazias... o toque.. e se me perguntasses se tenho saudades. dizer-te-ia que nao!
a saudade diminui... faz desaparecer a pessoa e o sentimento incha ate se tornar uma doença...
nao tenho saudades.. relembro apenas...
terça-feira, 28 de outubro de 2008
e Se eu nao Souber...
sinto-me cansada...
as palavras que parecem pairar na minha cabeça nao conseguem sair, de modo a que eu perceba o que sinto.. se eu nao conhece as minhas palavras quem as conhece entao....
a Solidão assusta-me, podes ser um refúgio, um amante... as tardes paradas e os beijos que pedem mais... sinto-me puxada por ti, sinto-me atraida para ti como uma magnetização sexual...
Tenho medo de mim, e de ti, sei que estas aqui e és palpável... sou eu que te toco e sou eu que te beijo... sem ti estou bem mas sem ti estou pior... quero encontrar-te esta noite na minha cama... a tua voz e o teu sorriso gritam.
as palavras teimam em nao sair, em nao corresponder ás vontades alheias o cerebro comanda o coração... ou coração comanda o cerebro. consigo ver o lado de fora dos meus sentimentos mas nao consigo ve-los. amor... nuca amei... nao és tu..! tenho medo de te perder.. secretamente desejo-te comigo... nao será uma coisa natural nem espirtual... é um desejo.. mútuo ou nao.. fisico... nao sei o que esperamos um do outro... algo erradamente semelhante, diferente... sinto-me... porque aqui estas, porque aqui existes...
merda.. se eu soubesse o que te dizer... as palavras e os movimentos presos por uma angustia que me transcence quando estas aqui. quente... e amanha é outro dia... como se tivesse recuado á adolescencia e exprimentasse a sensação de um amor plátonico que vejo o dia todo no qual nao toco...
as barreiras que nos pusemos, e desejo tocar-e lá.. dizer a toda a gente... sim sou eu. e ele esta aqui comigo.. e eu estou aqui com ele. e que o mundo morra e pobres se ergam e eu estou me nas tintas para o que pensam. estou-me nas tintas para mim... estou-me nas tintas para ti... é mais um...
quando os beijos se gastarem e os olhares ficarem perdidos na atmosfera... conhecemos a hora de parar... vai custar... vai doer...
doi sempre...
mas vou acabar por esquecer. como tu um dia me esquecerás.. como tu me esqueces todos os dias... nao posso gostar nao posso pensar...
quero beijar
quero foder.
quero tocar no teu corpo... e sentir a tua pele... outra vez... como se fosse a ultima... para sempre a última...
as palavras que parecem pairar na minha cabeça nao conseguem sair, de modo a que eu perceba o que sinto.. se eu nao conhece as minhas palavras quem as conhece entao....
a Solidão assusta-me, podes ser um refúgio, um amante... as tardes paradas e os beijos que pedem mais... sinto-me puxada por ti, sinto-me atraida para ti como uma magnetização sexual...
Tenho medo de mim, e de ti, sei que estas aqui e és palpável... sou eu que te toco e sou eu que te beijo... sem ti estou bem mas sem ti estou pior... quero encontrar-te esta noite na minha cama... a tua voz e o teu sorriso gritam.
as palavras teimam em nao sair, em nao corresponder ás vontades alheias o cerebro comanda o coração... ou coração comanda o cerebro. consigo ver o lado de fora dos meus sentimentos mas nao consigo ve-los. amor... nuca amei... nao és tu..! tenho medo de te perder.. secretamente desejo-te comigo... nao será uma coisa natural nem espirtual... é um desejo.. mútuo ou nao.. fisico... nao sei o que esperamos um do outro... algo erradamente semelhante, diferente... sinto-me... porque aqui estas, porque aqui existes...
merda.. se eu soubesse o que te dizer... as palavras e os movimentos presos por uma angustia que me transcence quando estas aqui. quente... e amanha é outro dia... como se tivesse recuado á adolescencia e exprimentasse a sensação de um amor plátonico que vejo o dia todo no qual nao toco...
as barreiras que nos pusemos, e desejo tocar-e lá.. dizer a toda a gente... sim sou eu. e ele esta aqui comigo.. e eu estou aqui com ele. e que o mundo morra e pobres se ergam e eu estou me nas tintas para o que pensam. estou-me nas tintas para mim... estou-me nas tintas para ti... é mais um...
quando os beijos se gastarem e os olhares ficarem perdidos na atmosfera... conhecemos a hora de parar... vai custar... vai doer...
doi sempre...
mas vou acabar por esquecer. como tu um dia me esquecerás.. como tu me esqueces todos os dias... nao posso gostar nao posso pensar...
quero beijar
quero foder.
quero tocar no teu corpo... e sentir a tua pele... outra vez... como se fosse a ultima... para sempre a última...
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
soltem-nos
soltem-se as amarras que nos prendem...
as mãos que nos sufocam os olhares que nos seduzem, que nos prendem...
as estradas que nunca foram pisadas permanecem inalteradas... folhas molhadas.. rastos de animais lacrimejantes e deformados que se arrastam por esses mundos, por esses fundos...
esquecem a noite.
as mãos que nos sufocam os olhares que nos seduzem, que nos prendem...
as estradas que nunca foram pisadas permanecem inalteradas... folhas molhadas.. rastos de animais lacrimejantes e deformados que se arrastam por esses mundos, por esses fundos...
esquecem a noite.
domingo, 26 de outubro de 2008
TOO Drunk TO Fuck
TOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
DRUNK
TOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
FUCK
FUCK ME
DRUNK
TOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
FUCK
FUCK ME
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